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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Chá de Calendário

Só pra eu me situar um pouco: Alguém aqui ainda não sacou que estamos em 2009?
Eu pegunto porque pode ser que eu seja injusta, chamando pessoas de CRM's completos retardados mentais e outros adjetivos... Mas, se a grande maioria me disser "Sim, tenho plena consciência de que estamos em 2009.", cara....
Só tenho uma coisa a dizer aos meus queridos usuários aos quais andam ENTOPINDO minha lista de chamados do suporte: Meu cú pra vocês! Espero que todas as llamas das américas unam-se em uma catarrada histórica e te cubram de muco!...
Mais uma vez: Meu cú!

terça-feira, 28 de julho de 2009

Pagando os Pecados...


Será que não sou uma boa menina?
Por que eles me dão tanto trabalho?
De onde vem tanta burrice?”


Cada novo dia, eu confirmo mais a teoria de que inteligência tem limites, mas burrice não!
A cada novo dia, eu anseio mais em ter uma llama! Ah! As doces, meigas e sentimentais llaminhas....

Alguém aqui conhece um animal mais expressivo do que uma llama?

Bem, para quem não as conhece, elas são os cavalinhos de Machu Picchu. A llama está para alguns países latinos assim como o jegue está para nosso sertão.

Falando nisso, os jegues eram meus animais preferidos até uns 6 meses atrás, quando eu morava no nordeste... Eis que estava dirigindo pela chapada do Araripe, quando minha cunhada me explica que se houver um jegue na beira da estrada, temos que olhar para suas orelhas: se estiverem baixas e sossegadas, pode passar tranqüilo... Mas se elas estiverem em pé... Meu camarada... Freie! Porque o bicho é capaz de qualquer coisa, até mesmo de voar com sua cauda em formato de hélices de helicóptero e pousar em cima do teu capô.

Ah! Como eu gostaria de ter um jegue de orelhas em pé para dar coices na cara de quem me enchia o saco....

Bem, como ia dizendo, o jegue ERA o campeão na minha lista de animais que eu gostaria de ter como colega de trabalho... Até ter que prestar suporte para o povo da América Latina todinha...

Gente do céu!

Passei a imaginar como vivem as llamas, tendo que conviver com essas pessoas a quais eu presto suporte... E então passei a compreender por que elas soltam aquela “catarrada” na cara de quem enche o saco delas...

Como eu gostaria de ter uma llama sentada ao meu lado agora... Eu passaria a mão em sua cabecinha, abraçaria seu pescoço compridinho e falaria para ela: “Vai llaminha... Cospe, minha filha! Cospe com gosto!